Segundo notícias divulgadas pelo Educare e a Lusa, O presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP) afirmou que o ano escolar arrancou mal por causa do controlo da despesa orçamental, pedindo aos deputados atenção durante a discussão do Orçamento do Estado.
"Não me lembro nos últimos anos de um ano lectivo ter começado tão mal. Temos a convicção de que muito do que está a acontecer este ano radica no controlo da despesa orçamental", afirmou Albino Almeida, durante uma audição na Comissão Parlamentar de Educação, ontem à tarde.
O responsável apontou várias "perturbações" verificadas no arranque do ano lectivo, como a falta de colocação de psicólogos - onde apontou uma redução de 50% - ou as falhas na contratação de pessoal auxiliar, mas deu especial enfoque à acção social escolar, criticando o atraso na publicação do despacho governamental sobre esta matéria.
"Não estamos a pedir nada mais do que aquilo que já eram os gastos consolidados com educação nos anos anteriores", afirmou.
Albino Almeida manifestou-se preocupado com as novas regras de determinação dos apoios sociais, temendo que muitas famílias venham a mudar de escalão e que muitas outras deixem de receber qualquer ajuda, lembrando que é através dos escalões do abono de família que são calculados os escalões da Acção Social Escolar (ASE).
"Apelamos aos senhores deputados para que sejam criadas cláusulas e condições no próximo Orçamento do Estado que impeçam uma regressão em matéria de frequência do ensino", acrescentou, recordando que para muitas famílias poderá estar em causa a manutenção dos filhos no sistema de ensino.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
No dia do Professor...
Segundo notícias divulgadas pelo Educare e a Lusa, O presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP) afirmou que o ano escolar arrancou mal por causa do controlo da despesa orçamental, pedindo aos deputados atenção durante a discussão do Orçamento do Estado.
"Não me lembro nos últimos anos de um ano lectivo ter começado tão mal. Temos a convicção de que muito do que está a acontecer este ano radica no controlo da despesa orçamental", afirmou Albino Almeida, durante uma audição na Comissão Parlamentar de Educação, ontem à tarde.
O responsável apontou várias "perturbações" verificadas no arranque do ano lectivo, como a falta de colocação de psicólogos - onde apontou uma redução de 50% - ou as falhas na contratação de pessoal auxiliar, mas deu especial enfoque à acção social escolar, criticando o atraso na publicação do despacho governamental sobre esta matéria.
"Não estamos a pedir nada mais do que aquilo que já eram os gastos consolidados com educação nos anos anteriores", afirmou.
Albino Almeida manifestou-se preocupado com as novas regras de determinação dos apoios sociais, temendo que muitas famílias venham a mudar de escalão e que muitas outras deixem de receber qualquer ajuda, lembrando que é através dos escalões do abono de família que são calculados os escalões da Acção Social Escolar (ASE).
"Apelamos aos senhores deputados para que sejam criadas cláusulas e condições no próximo Orçamento do Estado que impeçam uma regressão em matéria de frequência do ensino", acrescentou, recordando que para muitas famílias poderá estar em causa a manutenção dos filhos no sistema de ensino.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Programa Educação 2015
Segundo notícias da Lusa e do Educare e do Programa Educação 2015 divulgado recentemente pelo Ministério da Educação, as metas nacionais do sistema educativo a atingir até 2015 serão revistas em 2012/2013, merecendo uma intervenção estratégica os níveis de competências básicas dos jovens e a saída precoce do sistema de ensino e formação.
Segundo o Programa Educação 2015 "no ano lectivo 2012/2013 será feita a revisão das metas nacionais, na sequência da avaliação do progresso realizado".
Tendo em conta os compromissos assumidos por Portugal junto da União Europeia (2020) e da Organização de Estados Ibero-Americanos (2021) em relação a metas educativas, o Governo definiu objectivos nacionais a atingir até 2015, relativamente a exames nacionais e prova de aferição, taxas de repetência e taxas de desistência.
No documento, o Ministério da Educação começa por destacar áreas com resultados positivos, como a oferta do pré-escolar, o alargamento do leque de ofertas educativas e as bibliotecas escolares, antes de admitir que "subsistem, contudo, algumas áreas que continuam a exigir especial atenção e investimento estratégico".
"Os níveis globais de competências básicas não têm ainda evidenciado uma melhoria consistente de resultados", lê-se no programa, reconhecendo-se depois os esforços realizados ao nível de reformas curriculares, formação contínua de professores e dos apoios concedidos às escolas em projectos relacionados com matemática e leitura.
Quanto às taxas de saída precoce do sistema de ensino, o Governo afirma que "é desejável reforçar a intervenção, embora seja legítimo admitir que os impactos da extensão da escolaridade obrigatória e o aumento das ofertas para jovens no sistema de educação e formação contribuirão para atingir, numa década, os resultados esperados para Portugal".
Para desenvolver este programa, o Ministério da Educação propõe que cada agrupamento, a partir deste ano lectivo e até 2015, assuma os seus objectivos e linhas orientadoras e crie a sua própria estratégia de progresso.
Nesse sentido, a tutela disponibiliza as metas nacionais referentes a cada um dos três indicadores, os resultados nacionais e concelhios, os resultados de cada agrupamento e de cada escola e as metas de aprendizagem a atingir em cada ano de escolaridade, por disciplina.
Também as famílias são desafiadas a aderir ao programa, através da participação activa das associações de pais e encarregados de educação, prestando apoio ao desenvolvimento das competências básicas dos alunos, através de actividades de leitura em família, no incentivo, na vigilância e no apoio ao estudo.
A estratégia será ainda divulgada junto dos municípios, bem como informação agregada sobre os agrupamentos e escolas do concelho, permitindo que a acção do município oriente os seus esforços para as metas a atingir em 2015.
Educar para a paz
UMA EXPERIÊNCIA DE EDUCAÇÃO PARA A PAZ E A SOLIDARIEDADE
A tarefa de construir a paz e de educar para a paz manifesta-se especialmente premente. A paz não é só uma questão de diplomacia ou de aquisição de competências sociais e comunicativas. A promoção da paz é essencialmente uma tarefa cultural e o seu âmbito primordial é a educação.
Como professora da área de Formação Pessoal e Social tenho convidado com frequência os meus alunos não só a reflectir, mas também a viver experiências de paz e de solidariedade.
A educação não pode ficar só em enunciar conceitos ou comunicar valores, mas em promover acções que propiciem viver experiências solidárias e ajudem a criar hábitos de solidariedade.
Há tempos, fiz-lhes a proposta de trabalhar o tema da Educação para a Paz. Foi muito bem aceite: uns preferiram levar a cabo uma abordagem teórica, muitos outros entusiasmaram-se ao realizar actividades de voluntariado em bairros carenciados da cidade, em hospitais, ou ao colaborar como voluntários com associações de solidariedade social.
Trabalhámos, em conjunto, o tema da construção da paz e da educação para a paz: leram documentos, debateram diversas questões e levaram a cabo várias actividades. Focaram-se temas como a promoção dos direitos humanos, quais as verdadeiras armas da paz, a necessidade de viver a verdade, a justiça, o amor e a liberdade, como colunas da paz e da ordem social. Falou-se do desenvolvimento e da solidariedade como chaves para a paz, da abertura à reconciliação, ao diálogo e ao perdão; acentuou-se a importância do respeito pela dignidade da pessoa, incluídas as minorias, e do diálogo entre as diferentes culturas. Salientou-se a necessidade do empenho de todos na construção da paz e na rejeição da violência.
Estudaram diversas formas de realizar uma verdadeira educação para a paz, por exemplo, através da elaboração de um projecto de sala de aula, através do contacto com outras escolas, etc. Penso que os resultados foram positivos: ficámos todos mais sensibilizados para esta problemática, mais despertos para agir, com maior respeito pelos direitos humanos - que são deveres -. Fomentou-se uma consciência mais clara da dignidade de toda a pessoa humana, venceu-se a inércia para dedicar tempo a quem o necessita, mesmo quando parece que não há tempo. Porque, por muito que se fale da solidariedade, esta só se aprende quando se vive!
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
Abertura do ano lectivo no ISEC
terça-feira, 21 de setembro de 2010
20 anos da adopção dos Direitos da Criança em Portugal
Sabia que Portugal assinala hoje o 20.º aniversário da adopção da Convenção sobre os Direitos da Criança? Algumas conquistas destes 20 anos são hoje salientadas no jornal Público: reduziu-se substancialmente a mortalidade infantil; em números do Instituto Nacional de Estatística: em 1990, a taxa de mortalidade infantil era de 10,9 mortes por cada mil crianças; em 2009, tinha baixado para 3,6. A ampliação do programa nacional de vacinação a praticamente todas as crianças. No entanto, continuam a existir problemas como depressão, obesidade e distúrbios de sono nas crianças.
Outra conquista: passou a reconhecer-se a criança como um sujeito de direitos no plano jurídico. O novo direito de menores, a lei de protecção à criança e jovem em risco, é uma mais-valia porque a criança tem direito a participar nas questões que dizem respeito à sua vida. As crianças com 12 e mais anos passaram a poder pronunciar-se no âmbito de uma intervenção da comissão de protecção de menores; no campo da adopção, as crianças com 12 ou mais anos de idade têm que dizer se querem ou não ser adoptadas por determinada família. Numa situação de divórcio, a criança ganhou o direito a ser ouvida sobre a regulação do poder parental desde que o juiz entenda que tem maturidade para tal. No entanto, é raro ver a opinião da criança plasmada na decisão.
E por último, outra conquista não menos importante: a educação pré-escolar cobre hoje mais de 70 por cento das crianças, entre os três e os quatro anos. A taxa de crianças entre os três e os quatro anos inscritas nas escolas é de 72,3 por cento - acima dos 71,5 por cento da OCDE. O que se joga aqui é o valor da igualdade entre todos. Porque é na educação pré-escolar que se promovem as competências que permitem às crianças menos favorecidas enfrentar um percurso escolar com as mesmas ferramentas que as crianças que, porque pertencem a classes sociais mais favorecidas, têm um estímulo mais acentuado.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Ajudar a valorizar o trabalho
AJUDAR A VALORIZAR O TRABALHO
Usando a terminologia dos 4 pilares da Educação, não é possível desvincular o aprender a aprender do aprender a fazer, nem estes do aprender a conviver e do aprender a ser. Todos estão interligados. O desenvolvimento pessoal passa por uma entrega generosa aos outros e, em primeiro lugar, por um trabalho bem desempenhado, que contribui ao bem de toda a sociedade. Deve acentuar-se a sua importância para o desenvolvimento de tantos valores humanos, em concreto a competência profissional, o sentido da família, o sentido cívico e as virtudes próprias da convivência, como a honestidade, a justiça, a sinceridade, a amabilidade, etc.
Além disso, uma boa preparação profissional, é, sem dúvida, o caminho mais acessível a todos para contribuir ao bem da sociedade. Do trabalho depende, em grande parte, a felicidade da pessoa humana, e a rectidão e a paz da própria sociedade civil.
É urgente que as novas gerações descubram o verdadeiro sentido do trabalho e aprendam a valorizá-lo, como o meio mais acessível de contribuir para o melhoramento da sociedade e para o progresso da humanidade. Numa sociedade constantemente solicitada pelo conforto, o ter de exigir-se para alcançar metas tem um valor altamente educativo. Vencer a preguiça forja a vontade, facilita o autodomínio. O esforço diário desenvolve a constância, dia após dia. Exercita e desenvolve capacidades: forja a personalidade.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Entender o trabalho como serviço
Faz parte da educação para a solidariedade entender o trabalho como serviço: renovar o esforço por trabalhar bem, não como ocasião de auto-afirmação, mas para viver melhor a solidariedade para com a pessoa humana. O forte egocentrismo que se introduziu na sociedade tende a ter como meta o êxito e a competitividade por motivos egoístas. É necessário fomentar o desejo de ajuda mútua nas crianças e jovens em idade escolar, para que não se tornem insolidários, mas aprendam a dedicar tempo a ajudar os outros nas suas dificuldades.
Para servir a pessoa e a comunidade é necessário servir, ou seja, trabalhar bem, com seriedade, ser uma pessoa competente, responsável, em quem se pode confiar. Todos os trabalhos, todas as profissões honestas, quaisquer que sejam, são serviço. Só não é serviço o trabalho de quem procura somente o proveito próprio. A rejeição do serviço coincide, na prática, com a exaltação do egoísmo, que é, realmente, a maior ameaça à realização da pessoa, que não se pode realizar plenamente senão por um dom sincero de si. Realizar o trabalho com espírito de serviço muda radicalmente a hierarquia dos valores sobre os quais tende a construir-se a sociedade. Desvalorizá-lo demonstra uma atitude pouco humana e pouco madura e ignora uma dimensão essencial da verdadeira solidariedade para com a pessoa humana.
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
LIBERDADE SEM VERDADE?
Nesta época de grandes transformações que atravessamos, toda a Educação - e também a Universidade - está em processo de renovação. Neste processo há que evitar o risco de diminuir o saber e sacrificar a profissionalidade docente a uma aprendizagem de tipo utilitário e pragmático. Porque o Professor é um mestre. Não deve transmitir o saber como se fosse um objecto de uso e consumo, mas estabelecer uma relação sapiencial que, mesmo quando não pode chegar ao encontro pessoal com cada um dos estudantes, não deve limitar-se a uma mera transmissão de noções; o mestre oferece um contributo decisivo à própria estruturação da personalidade, mesmo quando não se propõe fazê-lo; segundo a antiga imagem socrática, ajudando a descobrir e a pôr em prática as capacidades e os dons de cada um; não se limita à necessária aquisição de competências profissionais, mas enquadra-as numa sólida construção de vida.
A Educação é força que ilumina o conhecimento, que liberta do servilismo e torna capaz de fazer o bem. As jovens gerações esperam dos seus mestres novas sínteses do saber, não de tipo enciclopédico, mas humanista.
Para tal, é fundamental superar a dispersão que desorienta e estimular o empenho da investigação e, ao mesmo tempo, ajudar a pôr o saber ao serviço do homem e não contra o homem.
A liberdade de investigação não deve significar neutralidade indiferente perante a verdade. A busca da verdade deve estar unida à capacidade para perscrutar o sentido dos acontecimentos e para valorizar as descobertas mais audazes, sem as usar contra a pessoa e a contra a sua dignidade.
A Universidade deve dar testemunho da dignidade da razão humana, das suas exigências e da sua capacidade de investigar e conhecer a realidade, superando o cepticismo, as reduções do racionalismo e do pensamento frágil.
Deve superar a tentação de um saber que cede ao pragmatismo ou que se dispersa nos veios da erudição, tornando-se incapaz de dar sentido à vida; deve abrir-se ao nexo lógico entre a liberdade da investigação e o conhecimento da verdade, sem ceder ao clima relativista que insidia a cultura actual e leva a abandonar-se à volubilidade das opiniões e à prepotência dos mais fortes, mesmo quando esta se traduz no voto da maioria.
Uma Universidade que perde o seu perfil de procura e de paixão pela verdade, que se desinteressa da sua função educativa e do futuro do homem deixa de merecer esse nome. Porque uma cultura que ignora a verdade torna-se um perigo para a liberdade. Se a Universidade abre as portas ao conhecimento da realidade, abre também as portas à esperança, tão necessária na cultura actual, profundamente impregnada de pessimismo.
domingo, 4 de julho de 2010
Uma sociedade à medida da família?
Recordo com frequência um professor que tive, Rafael Alvira. Referia-se à família como âmbito de personalização e de socialização. Ao ser a família o berço da vida na qual o homem nasce e cresce, considerava-a, não só como a primeira e principal escola educativa, mas o modelo e paradigma de todo o tipo de sociedade. Defendia que um dos elementos mais importantes da família é o amor, na sua dupla relação: amar e ser amado; é difícil amar se não se tem a experiência de ser amado. E só na família a pessoa é querida pelo que é, de modo incondicional. Como consequência, a família é o campo de cultivo da confiança e da liberdade responsável.Pretendia uma sociedade à medida da família, como a melhor garantia contra o individualismo ou o colectivismo, porque nela a pessoa está sempre no centro da atenção: nunca é vista ou tratada como um meio. Afirmava, convicto, que qualquer outra sociedade pode encontrar nela o seu modelo. Como só a família personaliza, o espírito familiar deveria estar de algum modo presente nas outras sociedades, para que também estas fossem capazes de o fazer. Para voltar a personalizar a sociedade, a solução deveria passar pela família como estrutura de personalização. Foi uma perspectiva inovadora, sobre a qual tenho reflectido com frequência.Na nossa época, os sucessos da ciência e da técnica permitem alcançar, num grau até agora desconhecido, um bem-estar material que, favorece uns, mas conduz outros à marginalização. A sociedade actual, inspirada na mentalidade de consumo e organizada sobre critérios de eficiência e de produtividade, cada vez mais individualista, torna especialmente necessária uma nova sensibilidade pelo homem em todas as circunstâncias. Face a uma sociedade que corre o perigo de ser cada vez mais despersonalizada e tantas vezes desumana, na família reside a capacidade de tirar a pessoa do anonimato, de a manter consciente da sua dignidade e dessa forma a inserir eficazmente no tecido social.
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sábado, 3 de julho de 2010
DESAFIO EDUCATIVO
O DESAFIO EDUCATIVO NO SÉCULO XXI
No mundo em que vivemos, os focos de tensão social geradores de instabilidade e de agressividade - a injustiça, o desprezo do homem e da sua dignidade, o egoísmo, o medo, os actos de violência, os conflitos - multiplicam-se; é na educação - em primeiro lugar na família e depois na escola - que se preparam as futuras gerações para os problemas da convivência humana, que se desperta a consciência da dignidade da pessoa, se convida ao diálogo, à compreensão recíproca, a uma nova solidariedade mundial que permita enfrentar e resolver os enormes e dramáticos problemas da justiça no mundo, da liberdade dos povos, da paz da humanidade.
A educação é forja de humanismo e de cidadania: uma cidadania entendida no seu sentido mais abrangente, como âmbito de transmissão de valores e de atitudes, unidos ao exercício da liberdade e da responsabilidade. Ao realizar a sua missão educativa, escola, família e comunidade estão a contribuir decididamente para informar a vida das futuras gerações, para ajudar a viver como pessoas, e pessoas integradas na comunidade social.
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