segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Recursos Educativos Digitais

"Portal das Escolas - Recursos Educativos Digitais para Portugal" Foi publicado um estudo estratégico pelo Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação, GEPE, intitulado "Portal das Escolas - Recursos Educativos Digitais para Portugal - estudo estratégico" da responsabilidade de José Luís Ramos (Coordenador), Vitor Duarte Teodoro, João Pedro Soares Fernandes, Francisco Melo Ferreira e Isabel Chagas. Este estudo enquadra-se no eixo "Conteúdos" do Plano Tecnológico da Educação pretendendo aumentar a disponibilização de recursos educativos digitais de qualidade às comunidades educativas, envolvendo os diversos actores educativos na respectiva produção e avaliação. O estudo propõe uma estratégia para a concretização daquele objectivo, bem como os procedimentos necessários à respectiva execução. Pode encontrar o estudo no site http://www.crie.min-edu.pt/

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Avaliação das Escolas

Apenas quatro das 300 escolas sujeitas a avaliação externa no último ano lectivo obtiveram a classificação de "muito bom" em todos os domínios analisados, segundo dados a que a agência Lusa teve acesso. De acordo com um relatório da Inspecção-Geral de Educação, no ano lectivo de 2009/2010 foram avaliados 233 agrupamentos e 67 escolas não agrupadas, tendo em conta cinco parâmetros: "resultados", "prestação de serviço educativo", "organização e gestão escolar", "liderança" e "capacidade de auto-regulação e melhoria". Questionado pela agência Lusa, o Ministério da Educação revelou que quatro unidades de gestão alcançaram a classificação de "muito bom" nos cinco domínios: Agrupamento de Escolas de Minde (Alcanena), Agrupamento de Escolas D. João II (Santarém), Agrupamento de Escolas Joaquim Inácio da Cruz Sobral (Sobral de Monte Agraço) e Agrupamento de Escolas Grão Vasco (Viseu). Os resultados da avaliação externa determinam as percentagens de classificações de "muito bom" e "excelente" que cada escola poderá atribuir aos seus professores no âmbito da avaliação de desempenho. Em termos globais, as escolas sujeitas a avaliação externa em 2009/2010 revelam mais dificuldades na "capacidade de autorregulação e melhoria", sendo que quase metade das 300 avaliadas não foram além de uma classificação de "suficiente" neste domínio. Neste último domínio, 3% dos estabelecimentos obtiveram "insuficiente", 47% "suficiente", 46% "bom" e 4% "muito bom". "O domínio 'capacidade de auto-regulação e melhoria da escola' assume uma distribuição de classificações diferente dos restantes domínios, ao registar, para além do equilíbrio entre as classificações de 'bom' e 'suficiente', uma expressão reduzida de 'muito bom' e a maior representação de 'insuficiente'", lê-se no relatório. Nos últimos quatro anos lectivos em que se realizou a avaliação externa das escolas, este foi o parâmetro no qual sempre se registaram as percentagens mais elevadas da classificação de "suficiente": 39%, 50%, 54% e 47% em 2006/07, 2007/08, 2008/09 e 2009/10, respectivamente. No parâmetro da "liderança", 92% das escolas tiveram este ano uma classificação de "bom" ou "muito bom", o mesmo valor registado em relação à "organização e gestão escolar". Na "prestação do serviço educativo" registou-se uma classificação de "suficiente" em 17% das unidades avaliadas, 70% obtiveram "bom" e 13% "muito bom". No domínio dos "resultados", 24% das escolas foram classificadas com "suficiente", 64% com "bom" e 12% com "muito bom". À excepção do parâmetro da "capacidade de auto-regulação e melhoria da escola", não se registaram notas de "insuficiente" nos outros quatro domínios. Em 2010/2011 serão sujeitos a avaliação externa 147 agrupamentos e escolas não agrupadas.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Passeios virtuais no site da ONU

O PÚBLICO anunciou ontem esta notícia que divulgamos, pensando que pode ter interesse para os leitores, professores, famílias, etc: Dos fiordes da Noruega aos vulcões da Austrália, a ONU convida a um passeio virtual por 150 mil áreas protegidas do planeta. O site ProtectedPlanet.net, lançado recentemente, inclui também informação sobre 216 locais em Portugal. O site interactivo, com informação sobre cada área protegida, resulta de uma parceria entre o Programa da ONU para o Ambiente (Pnua) e da UICN (União Mundial de Conservação da Natureza). Entre os pontos marcados no mapa mundial encontramos a Ria de Alvor, o Parque Natural Sintra-Cascais, a Serra do Açor, o Sítio Classificado Rocha da Pena, as Berlengas e a Albufeira do Azibo. Ao todo são 216 locais. Através das mais recentes imagens de satélite, os utilizadores podem seleccionar uma determinada área protegida e, ao aproximar-se mais, podem obter informações sobre as espécies ameaçadas ou as plantas nativas. O site oferece ainda a oportunidade para os visitantes descarregarem para o mapa mundial as fotografias das suas próprias viagens às áreas protegidas, escrever diários com as suas experiências e recomendar outras áreas. O projecto quer ajudar a explicar a razão pela qual os recursos naturais estão a ser conservados. “Isto pode inspirar outras pessoas a fazerem a viagem, levando assim receitas para as comunidades locais, muitas vezes pobres e em zonas remotas do globo”, explica o Pnua em comunicado. De acordo com a ONU, a indústria do ecoturismo está a crescer rapidamente, representando 77 mil milhões de dólares (55,6 mil milhões de euros) no mercado global do turismo. “À medida que aumenta a preocupação com as alterações climáticas, cada vez mais turistas estão a escolher fazer férias amigas do Ambiente, incluindo visitas a áreas protegidas”, constata o Pnua. Segundo a revista “Travel Weekly”, em 2012 o turismo sustentável poderá crescer até representar 25 por cento do mercado mundial, elevando o valor do sector para cerca de 473 mil milhões de dólares (341 mil milhões de euros) por ano. “Os parques nacionais e as áreas protegidas representam uma resposta chave e eficaz para conservar e gerir estes bens naturais do planeta”, comentou Achim Steiner, director-executivo do Pnua. Além disso, pode “gerar receitas e modos de vida para as comunidades locais”, acrescentou.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Metas de Aprendizagem online

O Ministério da Educação (ME) disponibilizou online o projecto Metas de Aprendizagem, que reúne os objectivos de aprendizagem que devem ser conseguidos por cada aluno, no final de cada ano e de cada ciclo de ensino. O uso deste instrumento não é obrigatório, mas pretende-se vir a garantir o acompanhamento e monitorização do seu uso num conjunto de escolas. Segundo a informação disponível no site, este projecto insere-se na Estratégia Global de Desenvolvimento do Currículo Nacional e “consiste na concepção de referentes de gestão curricular para cada disciplina ou área disciplinar, em cada ciclo de ensino, desenvolvidos na sua sequência por anos de escolaridade, incluindo ainda metas finais para a educação pré-escolar”. As Metas de Aprendizagem passam por “instrumentos de apoio à gestão do currículo”, que podem ser utilizadas pelos professores nas suas aulas. Este ano lectivo apenas estão disponíveis online as metas para o pré-escolar e para o ensino básico, mas as metas serão alargadas ao ensino secundário. O projecto será desenvolvido em quatro fases, até 2013, envolvendo a elaboração de metas por equipas de peritos e o acompanhamento da sua utilização em escolas por equipas de consultores curriculares.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Metas de Aprendizagem para o 1ºe o 2º Ciclos

Em termos curriculares, e dado que actualmente a maioria das crianças frequentou a Educação Pré-Escolar, é no 1.º Ciclo que se desenvolvem e sistematizam as aprendizagens que, num dado momento histórico, a sociedade considera como a base fundacional para todas as aprendizagens futuras – na verdade, as aprendizagens correspondentes ao que poderíamos chamar uma educação de base, traduzida no currículo respectivo. É no 1.º Ciclo que se consolida e formaliza a aprendizagem das literacias, visando o domínio e o uso dos vários códigos linguísticos (a língua materna, mas também as linguagens matemática, artísticas, etc.); é também neste Ciclo que se estruturam as bases do conhecimento científico, tecnológico e cultural, isto é, as bases fundamentais para a compreensão do mundo, a inserção na sociedade e a entrada na comunidade do saber. Esses conhecimentos estruturantes, solidamente adquiridos, são as fundações em que assentará o conhecimento específico de cada disciplina a desenvolver nos Ciclos seguintes e é necessário que, na sua abordagem inicial, se respeite a especificidade e o rigor próprios de cada área do saber. No entanto, as características do desenvolvimento e da forma de apreensão do real, nesta faixa etária, justificam uma organização do ensino e da aprendizagem que mobilize de forma integrada esses conhecimentos. A organização e gestão curricular integrada que este Ciclo de escolaridade requer não implica, pois, a diluição dos conhecimentos disciplinares específicos, mas a sua mobilização de forma inter-relacionada face a uma dada situação ou problema, através da concepção estratégica de sequências de aprendizagem dotadas de intencionalidade pedagógica. A monodocência, para além de permitir a criação de uma relação estável da criança desta faixa etária com um adulto de referência, cria as condições para a gestão integrada do currículo neste Ciclo de escolaridade (embora por si só, não garanta essa integração). Por outro lado, a preparação para uma transição equilibrada para a pluridocência e a progressiva especialização dos saberes justificam situações de coadjuvação neste nível de ensino, mantendo-se o professor da turma com a responsabilidade de coordenar e gerir globalmente o currículo. 2.º Ciclo: No 2.º Ciclo, numa lógica de articulação vertical, estabelecem-se no currículo áreas do saber já mais específicas mas, no geral, integradoras de mais do que um saber disciplinar. Pretende-se neste Ciclo gerar a gradual percepção da especialidade dos conhecimentos, mas acentuando a sua integração em unidades curriculares que visibilizem a construção complementar do saber. Por isso se preconiza, embora a prática contradiga muitas vezes o legislado, que a distribuição dos docentes seja por áreas, sempre que possível, e se defende a importância de uma gestão curricular articulada horizontalmente, liderada pelo Director de cada Turma .

Metas de Aprendizagem para a Educação Pré-Escolar

A educação pré-escolar é reconhecida “como primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida”. A definição de metas finais para a educação pré-escolar, contribui para esclarecer e explicitar as “condições favoráveis para o sucesso escolar” indicadas nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, facultando um referencial comum que será útil aos educadores de infância, para planearem processos, estratégias e modos de progressão de forma a que todas as crianças possam ter realizado essas aprendizagens antes de entrarem para o 1.º ciclo. Não se pretende, porém, que esgotem ou limitem as oportunidades e experiências de aprendizagem, que podem e devem ser proporcionadas no jardim-de-infância e que exigem uma intervenção intencional do educador. A eventual não consecução das metas para a educação pré-escolar não pode, no entanto, constituir entrave à entrada no 1.º ciclo. Poderão, sim, constituir um instrumento facilitador do diálogo entre educadores e professores do 1º ciclo, nomeadamente os que recebem o primeiro ano, a quem competirá dar seguimento às aprendizagens realizadas ou se, por qualquer razão, inclusive no caso das crianças que não tenham beneficiado de educação pré-escolar, as metas não tiveram sido alcançadas, assegurar que isso aconteça. Ao situarem as aprendizagens que constituem as bases de novos conhecimentos a desenvolver no 1.º ciclo, as metas para o final da educação pré-escolar são, assim, úteis ao trabalho dos professores do 1.º ciclo. Poderão, finalmente, apoiar e esclarecer o diálogo com pais/encarregados de educação e a sua participação, bem como de outros adultos com responsabilidades na educação das crianças, que poderão ter acesso a um conjunto de aprendizagens que são importantes para o seu progresso educativo e escolar, compreendendo melhor o que as crianças aprendem e devem saber no final da educação pré-escolar, apoiando essas aprendizagens em situações informais do quotidiano. Organização e Estrutura das Metas Na prática dos jardins-de-infância deve-se procurar uma construção articulada do saber, em que as áreas devem ser abordadas de uma forma globalizante e integrada. Este entendimento surge, aliás, nas aprendizagens definidas para algumas áreas, como será explicitado a seguir, na sua apresentação. As áreas em que estas aprendizagens estão organizadas são as seguintes: ■Formação Pessoal e Social – esta área é apenas contemplada na educação pré-escolar dada a sua importância neste nível educativo, em que as crianças têm oportunidade de participar num grupo e de iniciar a aprendizagem de atitudes e valores que lhes permitam tornar-se cidadãos solidários e críticos. Nesta área, que tem continuidade nos outros ciclos enquanto educação para a cidadania, identificaram-se algumas aprendizagens globais que lhe são próprias. No entanto, tratando-se de uma área integradora, essas aprendizagens surgem muitas vezes também referidas, de modo mais específico em outras áreas, relacionadas com os seus conteúdos. ■Expressão e Comunicação – nesta área surgem separadamente os seus diferentes domínios. No domínio das Expressões são diferenciadas as suas diferentes vertentes: Motora, Plástica, Musical, Dramática, neste caso designada por Expressão Dramática/Teatro, tendo-se acrescentado a Dança que tem relações próximas com a Expressão Motora e Musical. As metas propostas para estas várias vertentes estão organizadas de acordo com domínios de aprendizagem que são comuns a todo o ensino artístico ao longo da escolaridade básica. Por seu turno, a estrutura da Expressão Motora corresponde à que é adoptada para a Educação Física Motora do 1º ciclo. Estas opções decorrem da intenção de progressão, articulação e continuidade que presidiu à elaboração destas metas. ■Linguagem Oral e Abordagem da Escrita – esta área corresponde à Língua Portuguesa nos outros ciclos e inclui não só as aprendizagens relativas à linguagem oral, mas também as relacionadas com compreensão do texto escrito lido pelo adulto, e ainda as que são indispensáveis para iniciar a aprendizagem formal da leitura e da escrita. ■Matemática – esta área contempla as aprendizagens fundamentais neste campo do conhecimento, distribuídas também pelos grandes domínios de aprendizagem que estruturam a aprendizagem da Matemática nos diferentes ciclos. ■Conhecimento do Mundo – esta área abarca o início das aprendizagens nas várias ciências naturais e humanas, tem continuidade no Estudo do Meio no 1º ciclo e inclui, tal como este, de forma integrada, o contributo de diferentes áreas científicas (Ciências Naturais, Geografia e História). Acrescentou-se ainda: ■Tecnologias de Informação e Comunicação – uma área transversal a toda a educação básica e que, dada a sua importância actual, será, com vantagem, iniciada precocemente. Com excepção da Formação Pessoal e Social, que é específica da educação pré-escolar, todas as metas para cada uma das outras áreas foram elaboradas, para a educação pré-escolar, pelas mesmas equipas de especialistas que estiveram encarregadas de as definir para as várias disciplinas dos diferentes ciclos do ensino básico e cujos nomes figuram na apresentação geral das metas. Estas equipas trabalharam em conjunto com a equipa central incumbida de apoiar a coordenação do projecto. No que diz respeito às metas para a educação pré-escolar, houve uma particular articulação de todas as equipas com Isabel Lopes da Silva da equipa central.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Mais "cortes" na Educação

Segundo notícias do Público, a proposta do Orçamento do Estado para 2011 prevê que os bibliotecários das escolas passem a dar aulas a pelo menos uma turma. Da mesma forma, prevê-se a “redução de docentes no ano lectivo de 2010/2011”. Ou seja, já este ano. O Ministério da Educação é o segundo mais atingido com cortes no Orçamento do Estado para 2011, logo após o sector da Saúde: sofre um decréscimo de 11,2 por cento face à estimativa para este ano, para os 6391,1 milhões de euros. De acordo com a proposta, é referida por diversas vezes a necessidade de assegurar uma “adequada optimização” dos recursos, “sem prejuízo da qualidade das aprendizagens e do ensino”. A optimização passa, por exemplo, por continuar a apostar na formação dos agrupamentos de escolas e por reduzir a componente lectiva geral e nocturna dos estabelecimentos, assim como os encargos com os órgãos de gestão e as horas de assessoria à direcção. Outro objectivo passa por continuar a transferir competências para o poder local: “Muito especificamente, pode contudo haver lugar ao recrutamento excepcional de pessoal para o exercício de actividades advenientes da transferência de competências da administração central para a administração local no domínio da educação”. E pretende-se continuar a apostar no Programa Novas Oportunidades, adaptando mais a oferta às necessidades do mercado em cada região. Quanto ao ensino pré-escolar, o Governo quer alargá-lo a todas as crianças com mais de três anos, ao mesmo tempo que quer garantir que os estabelecimentos têm condições para garantir os 12 anos de escolaridade obrigatória, mantendo-se os apoios dados através da Acção Social Escolar. No que diz respeito à extinção de alguns organismos, no sector da Educação é objecto de fusão o Gabinete Coordenador do Sistema de Informação, sendo as suas atribuições integradas no Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação, e a Comissão para a Optimização dos Recursos Educativos, sendo as suas atribuições integradas no Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação. Já o Observatório das Políticas Locais da Educação é fundido no Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação e o Gabinete de Gestão Financeira do Ministério da Educação é integrado na Secretaria-Geral do Ministério da Educação. Também os apoios aos passes para estudantes 4_18 e sub_23 vão ser reduzidos, através do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, que não especifica as alterações.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Já amanhã, no Palácio das Galveias

Já amanhã no palácio das Galveias: Lançamento de Livro do Fundador e primeiro Presidente do ISEC. Podes aproveitar para ir ao evento e conhecer também o Palácio e biblioteca central municipal de Lisboa! O lançamento do livro do Senhor Doutor Eng.º Tomaz Rebelo do Espírito Santo, antigo Presidente do nosso Instituto, terá lugar no próximo dia dia 15 de Outubro, às 19.00 horas, no Palácio das Galveias. O Livro será apresentado pelo Prof. Doutor Adriano Moreira. A Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa vai promover ao lançamento de uma edição em livro de algumas e porventura mais importantes das muitas intervenções escritas e faladas por um dos seus notáveis consócios: o Eng.º Tomás Rebelo do Espírito Santo, de Vila Real. Seleccionou apenas um mínimo de quanto podia representar um testemunho vivencial da sua luta, em serviço de qualidade, prestado para defesa e divulgação dos valores em que sempre acreditou, visando o engrandecimento da Casa que designou ‘embaixada dos transmontanos e altodurienses em Lisboa e no Mundo’. Na sessão de lançamento a apresentação do livro será protagonizada pelo Prof. Doutor Adriano Moreira, um dos mais ilustres transmontanos da actualidade. E está marcada para o dia 15 de Outubro, às 18.00 horas, na Sede da CTMAD, ao Campo Pequeno. Estão convidados para o evento a família, os amigos pessoais do Autor, todos os transmontanos e altodurienses, associados ou não, residentes na área da Grande Lisboa ou quantos se quiserem associar, de cá e de lá do Marão. Por generosa concessão do Eng.º Tomás E. Santo, reverte em benefício da Casa – para a nova Sede – o produto da venda de todos os exemplares desta e de futuras edições.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Internet Week' 10

Desde 10 a 17 de Outubro de 2010 está a realizar-se a Portugal Internet Week’10, organizada pela ACEPI – Associação do Comércio Electrónico e Publicidade Interactiva em parceria com a UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP, na qual se incluem várias iniciativas, entre as quais se destacam as seguintes: •10 de Outubro: Distribuição gratuita do Guia Prático Comprar na Internet (60 pgs.) conjuntamente com o Correio da Manhã, o Jornal de Notícias, o Diário de Notícias, o Público e a revista Sábado (500.000 exemplares). •10-17 de Outubro: Arrasa na Web, iniciativa de divulgação da compra online que consiste na oferta de promoções/condições especiais para compras efectuadas nos sites de comércio electrónico participantes, que incluem ofertas de portes grátis, selecção de produtos com descontos especiais, ofertas de anuidades, ofertas de brindes, passatempos com prémios, etc. •11-15 de Outubro: Portugal Internet Week’10 @ Academy, iniciativas realizadas em instituições do Ensino Superior em vários pontos do país (Aveiro, Beja, Leiria, Lisboa, Oeiras, Porto). •12 de Outubro, 09h00-18h00: Forum para a Sociedade da Informação – Economia Digital, como parte do ciclo de sessões do Forum para a Sociedade da Informação da UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP, no Auditório Cardeal Medeiros da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa. •15 e 16 de Outubro, 10h00-10h30: eComMarketing Show, a 1ª exposição profissional de comércio electrónico e publicidade interactiva em Portugal, com cerca de 30 expositores e conferências com 35 sessões e 80 oradores no Centro de Congressos de Lisboa, Junqueira, Lisboa, co-organizado pela ACEPI e pela FOPRE, S.L.. Esta iniciativa decorre na sequência de iniciativas semelhantes organizadas conjuntamente pela então ACEP – Associação do Comércio Electrónico de Portugal (em 2009 a ACEP juntou-se à Aliança Digital e alargou o âmbito à publicidade interactiva para formar a ACEPI) e pela UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Por um desenvolvimento sustentável

Por todo o mundo a sociedade civil manifestou-se ontem contra as alterações climáticas e a favor de um desenvolvimento sustentável com milhares de iniciativas muito variadas. Em Portugal previam-se para ontem 100 iniciativas em todo o país. Em Lisboa, para marcar o dia 10/10/10, de acção climática, a Quercus juntou 50 pessoas e desenhou com bicicletas o número 350, junto ao Padrão dos Descobrimentos. O objectivo foi alertar para o limite seguro de concentração máxima de CO2 na atmosfera (350 partes por milhão), que já foi ultrapassado.