Com o tema do UNIV 2008, realiza-se hoje, integrado na Semana Cultural do ISEC, o Colóquio intitulado Educação, Entretenimento, Felicidade, aberto a todos quantos neles queiram participar. Depois de uma breve introdução, serão feitas várias apresentações de estudantes desta instituição educativa, fruto de uma reflexão ponderada sobre o tema em causa. O colóquio foi coordenado pela Doutora Helena Pratas. Educar para a Felicidade, a Vida e o seu Sentido, Felicidade e Projecto Vital, Alegria, Optimismo e Bom humor, Optimismo na Educação serão alguns dos temas focados. A sua presença e o seu contributo serão muito bem vindos!
E pode ver as últimas notícias no site do UNIV: http://www.univforum.org/portugues/univ2008.html
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Educação, Entretenimento e Felicidade
Com o tema do UNIV 2008, realiza-se hoje, integrado na Semana Cultural do ISEC, o Colóquio intitulado Educação, Entretenimento, Felicidade, aberto a todos quantos neles queiram participar. Depois de uma breve introdução, serão feitas várias apresentações de estudantes desta instituição educativa, fruto de uma reflexão ponderada sobre o tema em causa. O colóquio foi coordenado pela Doutora Helena Pratas. Educar para a Felicidade, a Vida e o seu Sentido, Felicidade e Projecto Vital, Alegria, Optimismo e Bom humor, Optimismo na Educação serão alguns dos temas focados. A sua presença e o seu contributo serão muito bem vindos!
E pode ver as últimas notícias no site do UNIV: http://www.univforum.org/portugues/univ2008.html
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quinta-feira, 17 de abril de 2008
SOS Língua Portuguesa
Hoje, dia 17 de Abril, pelas 18h00 terá lugar no auditório do Isec, a sessão de apresentação do livro SOS Língua Portuguesa, da autoria das docentes do ISEC Sandra Duarte Tavares e Sara Almeida Leite, publicado pela Editorial Verbo; as autoras têm também um blog no site do Isec, "Língua à Portuguesa", onde dão sugestões muito interessantes para melhorar a língua portuguesa.
A sessão de apresentação do livro será feita pela Prof. Doutora Margarita Correia do Departamento de Linguística Geral e Românica da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e investigadora associada do Instituto de Linguística Teórica e Computacional - ILTEC, e pelo Dr. José Mário Costa, jornalista, coordenador pedagógico do Centro de Formação da RTP, autor de diversos livros e programas sobre língua portuguesa, e responsável pelo Ciberdúvidas da Língua Portuguesa (www.ciberduvidas.pt). Entrada livre. Não perca!
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quarta-feira, 9 de abril de 2008
Negociações em curso
A Ministra de Educação reuniu hoje com as associações sindicais que integram a Plataforma sindical dos Professores. Nessa reunião apresentou várias propostas que vão ao encontro das preocupações manifestadas pela Plataforma. Rejeitou adiar a avaliação dos professores, mas propôs que os eventuais efeitos negativos resultantes das classificações do 1º ciclo de avaliação só se produzam efectivamente se essas classificações forem confirmadas numa segunda avaliação intercalar a realizar no ano imediato.
Propôs-se criar condições para a participação das associações sindicais no acompanhamento da avaliação de desempenho docente e mostrou-se disponível para a negociar horas para a organização da avaliação de desempenho no próximo ano lectivo.
O Ministério da Educação propõe-se melhorar as condições de trabalho dos professores, em matéria de horários. Tal como os sindicatos pediam, acedeu a fixar um número mínimo de horas para a componente não lectiva de trabalho individual, isto é, para preparação de aulas, elaboração e correcção de provas, realização de estudos e outras actividades afins. Mostrou-se ainda disponível para negociar a formação contínua no horário de trabalho dos professores, tal como a Plataforma reinvindicara.
O Ministério apresentou ainda propostas para o desenvolvimento da carreira e para que os professores contratados, sempre mediante avaliação, possam ver considerado o tempo de serviço para efeitos de integração na carreira.
Ficou já agendada nova reunião com a Plataforma, amanhã.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Acordo ortográfico: sim ou não?
O Acordo Ortográfico foi amplamente discutido na sala do Senado da Assembleia da República: catedráticos, linguistas, editores pronunciaram-se. Depois enfrentaram-se Vasco Graça Moura e Carlos Reis. Quanto chegou a vez dos deputados, estes mostraram-se divididos pela argumentação convincente, tanto de Vasco Graça Moura como de Carlos Reis, que esgrimiram argumentos contra e a favor do acordo ortográfico. Este, ratificado em 1990, voltou uma vez mais ao Parlamento, em proposta apresentada pelo Governo, para facilitar a entrada em vigor do acordo de 1990 desde que pelo menos três dos oito países contratantes os ratifiquem. Os deputados do PS, PSD, PCP e CDS-PP alinharam pelo mesmo tom: abertura de espírito para valorizar todos os argumentos e pontos de vista; e reserva em desvendar o sentido de voto final, que apenas foi revelado pelo representante do Bloco de Esquerda (BE) que será de apoio ao acordo. A prudência dos deputados talvez tenha a ver com a eloquência e as intervenções - brilhantes - dos dois convidados especiais da audição parlamentar - Vasco Graça Moura e o catedrático de Coimbra e reitor da Universidade Aberta, Carlos Reis. Eurodeputado do PSD e escritor, Graça Moura não poupou palavras no ataque ao documento. A começar no título da intervenção - "Acordo ortográfico: a perspectiva do desastre", acusou o Acordo de servir "interesses geopolíticos e empresariais brasileiros, em detrimento de interesses inalienáveis dos demais falantes de português no mundo", em especial de Portugal, e de representar "uma lesão inaceitável de um capital simbólico acumulado e de projecção planetária".Vasco Graça Moura distribuiu pelo documento críticas de carácter jurídico, processual (o Governo "não consultou nenhuma Universidade, nem o Conselho de Reitores, nem a Associação Portuguesa de Escritores, nem a Sociedade de Língua Portuguesa") e, sobretudo, de carácter técnico. Os defensores do Acordo, disse, não deram resposta até hoje "a nenhuma das críticas científicas" formuladas por linguistas. "O único objectivo real de toda a negociação do Acordo", acusa, foi o de suprimir as consoantes mudas ou não articuladas "c" e "p", o que levará a "homogeneizar integralmente a grafia portuguesa com a brasileira (...) desfigurando a escrita, a pronúncia e a língua que são as nossas". Carlos Reis defendeu o Acordo: "a minha única preocupação é com a Língua Portuguesa como idioma dividido por oito países."O que está em causa neste acordo ortográfico, disse, "é aproximar o modo como escrevemos do modo como falamos (...). Há alguma ofensa cultural se passo a escrever "elétrico" em vez de "eléctrico"?", perguntou; quis saber se Portugal se deve manter agarrado a uma "concepção conservadora da ortografia"; se serão os interesses das editoras "absolutamente determinantes para condicionarem decisões de amplo alcance a alargado espectro cultural"; se "podem alguns portugueses persistir em encarar o Brasil como um parceiro menor neste processo ou até como um inimigo"; e se Portugal tem o direito de colocar obstáculos.
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domingo, 6 de abril de 2008
Novo tratado de Direitos Humanos
Foi finalizado na sede das Nações Unidas em Genebra um Novo Tratado de Direitos Humanos que passará a permitir aos cidadãos de todo o mundo apresentarem queixas à ONU em casos de alegadas violações dos seus direitos económicos, sociais e culturais. Trata-se de um Protocolo ao Pacto Internacional sobre os Direitos Económicos, Sociais e Culturais, elaborado por um Grupo de Trabalho presidido pela jurista portuguesa Catarina de Albuquerque. Este protocolo foi objecto de um processo de negociações - iniciadas em 2004 e que envolveram todos os Estados-Membros da ONU, bem como várias agências do sistema das Nacões Unidas (como a UNESCO ou a OIT) e centenas de organizações não-governamentais.
Embora na ONU existam actualmente vários mecanismos que permitem a apresentação de queixas em casos de algumas violações de direitos humanos, havia uma lacuna ou diferença de tratamento relativamente aos direitos económicos, sociais ou culturais; ou seja, uma pessoa vítima de tortura podia apresentar uma queixa à ONU, contudo, se a pessoa fosse “meramente” vítima de má-nutrição crónica, fome ou falta de acesso a cuidados de saúde, estava completamente desamparada no plano internacional.
O Protocolo será endossado pelo Conselho de Direitos Humanos na sessão de Junho de 2008 e posteriormente pela Assembleia-Geral da ONU (no Outono deste ano); entrará em vigor após a sua ratificação por um mínimo de 10 Estados, passando a partir de então a poder ser utilizado pelas vítimas de violações de direitos económicos, sociais e culturais. Estas negociações constituem uma vitória para o sistema de protecção dos direitos humanos.
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sábado, 5 de abril de 2008
Segurança e Saúde no Trabalho
Foi publicada no início deste mês, a Estratégia Nacional para o período 2008-2012 para a Saúde e a Segurança no Trabalho. Visa promover a aproximação aos padrões europeus em matéria de acidentes de trabalho e doenças profissionais e contribuir para melhorar os níveis de saúde e bem-estar no trabalho.
Entre os principais Objectivos e acções a desenvolver, destacamos o de desenvolver e consolidar uma cultura de prevenção, aperfeiçoando a informação e a formação neste domínio. Relativamente ao domínio da educação e investigação, salientamos as seguintes medidas a desenvolver:
Inclusão de matérias referentes a segurança e saúde a partir do 1.º ciclo do ensino básico e a sensibilização permanente ao longo de todo o percurso escolar.
Apoiar a formação de professores neste âmbito, produzindo conteúdos informativos e materiais pedagógicos para a sensibilização dos alunos.
A Segurança e a Saúde farão parte dos Planos Nacionais de Formação Profissional e será promovida a Formação Universitária em Segurança e Saúde, no quadro do processo de Bolonha. O ISEC orgulha-se de ser uma das primeiras instituições de Ensino Superior em Portugal a promover a Licenciatura e Mestrado neste âmbitos.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Prémio Ciência 2007
O Prémio Pulido Valente Ciência 2007 foi atribuído a uma doutorada que foi docente do ISEC. A investigadora Margarida Almeida Santos (31 anos) foi docente do Departamento de Ciências e Tecnologia do ISEC. Foi convidada a trabalhar nos Estados Unidos e foi agora premiada pela Investigação sobre a «Organização Funcional da Célula», nomeadamente dos mecanismos que regulam a produção de anticorpos. O Prémio Pulido Valente Ciência 2007 foi criado conjuntamente pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e pela Fundação Professor Francisco Pulido Valente (FPFPV).
Margarida Albuquerque Almeida Santos licenciou-se em Biologia Molecular pela Faculdade de Ciências de Lisboa em 1999, e fez o estágio de investigação em Microbiologia no ITQB (Instituto de Tecnologia Química e Biológica). Doutorou-se em 2007 em Ciências Biomédicas pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.
A investigadora desenvolve actualmente a sua actividade no departamento de Patologia e Oncologia da Faculdade de Medicina da Universidade da Pensilvânia, em Filadélfia, no laboratório do Professor Warren Pear. O laboratório do Dr. Pear foca-se em investigação no cancro, nomeadamente linfomas, leucemias e mieloma. O Prémio Pulido Valente Ciência é atribuído anualmente ao melhor trabalho publicado no domínio das Ciências Biomédicas, sobre investigação executada por investigadores com idades inferiores a 35 anos, em laboratórios nacionais. Muitos parabéns e desejamos a continuação de bom trabalho a esta jovem investigadora!
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quarta-feira, 2 de abril de 2008
terça-feira, 1 de abril de 2008
Ensino Superior na Sociedade do Conhecimento
A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) realiza no próximo dia 3 e 4 de Abril, em Lisboa, uma Conferência Internacional para a divulgação de um relatório sobre “O Ensino Superior na Sociedade do Conhecimento”. Trata-se de um Estudo Comparativo sobre políticas de “Educação Terciária”, que envolve 24 países e foi realizado ao longo de três anos. As suas conclusões reconhecem, entre outros aspectos, os progressos resultantes da reforma do Ensino Superior em curso em Portugal.
Este evento, organizado sob o patrocínio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal, reúne mais de três centenas de participantes, entre entidades governamentais, académicos e representantes de instituições do Ensino Superior.
O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago, e o Secretário-Geral da OCDE, Aart de Geus, presidem à sessão de abertura, marcada para as 09:30 de quinta-feira, dia 03 de Abril, nas instalações do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa).
A cerimónia de encerramento realiza-se às 16h30 de sexta-feira, dia 4, e conta com a presença do Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor.
Do programa destacam-se as intervenções do Professor Andreu Mas-Colell (Universidade Pompeu Fabra) sobre o papel do Ensino Superior na prossecução de objectivos económicos e sociais, bem como do Professor Nicholas Barr (Escola de Economia de Londres), que falará acerca do financiamento ao sector. Se estiver interessado, pode consultar a Agenda da reunião
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domingo, 23 de março de 2008
Cultura mediática, liberdade, personalidade e manipulação
O pensador Julián Marías, numa conferência proferida em 1991, referia-se às relações entre os meios de comunicação, a liberdade e a personalidade. Recolho aqui algumas das suas ideias, que me parecem muito actuais. Referia-se ao problema da moralidade colectiva: dizia que a moral é um assunto essencialmente individual, de cada pessoa. No entanto, a pessoa vive em sociedade, a sua vida articula-se com a vida colectiva, e, por isso, a vida moral está condicionada naturalmente pela situação social em que se vive. Os exemplos, as pressões, os modelos mediáticos têm grande influência nas pessoas. No entanto, o factor decisivo é a liberdade. A pessoa é responsável, faz a sua vida, escolhe a sua vida, realiza-a na medida em que as circunstâncias o permitem; mas o projecto é próprio, é pessoal, cada qual imagina a sua vida, projecta-a, tenta realizá-la, melhor ou pior. As circunstâncias sociais influem, mas a liberdade é sempre fundamental e decisiva; o que faz que cada um seja responsável, pelo que escolhe, pelo que prefere, pelo que decide, dentro das possibilidades. Há muitas interpretações da realidade que têm um carácter ético, e que muitas vezes se apresentam como normais, unicamente por serem frequentes. Essa identificação é muito perigosa: considerar o que é frequente como normal, o que é normal como lícito, e o que é lícito legalmente como se fosse moral é inaceitável. Pode haver coisas frequentes que não são normais, pode haver coisas normais, que nem por isso são lícitas, e pode haver coisas lícitas legalmente, mas que não o são moralmente; é preciso analisar cada caso concreto. A palavra "moral" deriva do substantivo latino “mos, moris”, que significa costume. Ou seja, os costumes têm um carácter moral, e a moral é afectada pelos costumes. Fala-se de “bons costumes” ou “costumes maus”, diante dos quais o homem é livre. Em última análise, podem aceitar-se as vigências sociais ou resistir a elas; no entanto, devem ser tidas em conta, porque têm força, e pressionam. Sempre se podem recusar ou aceitar, mas por vezes não é fácil; de facto a vida colectiva fica afectada por esse sistema de pressões. Comprova-se, muitas vezes, que o que aparece, o que se apresenta como modelo ou como exemplo nos meios de comunicação, é quase sempre minoritário; por exemplo na televisão: certas pessoas ou grupos falam, emitem as suas opiniões, a sua forma de ver as coisas. Essas pessoas são, por vezes, muito poucas. No entanto, é o que se vê, o que consta, o ponto de referência. Não se compreende a nossa época sem ter em conta essa pressão colectiva, minoritária, mas com efeitos em todos os níveis sociais. A sua influência é enorme, inquietante, tem o efeito de uma inundação. O que se vê nos meios de comunicação tem efeitos amplíssimos, muito difundidos e, de certa forma, manipulam. Há algumas pessoas que têm as suas convicções pessoais, que não se deixam manipular, que exercem a sua liberdade. E há outras muitas que, num estado de passividade, aceitam o que se divulga como se fosse a própria realidade, permitem que a sua vida seja orientada, configurada por esses influxos minoritários; as pessoas que controlam os meios de comunicação são muito poucas, mas exercem uma influência enorme. A nossa época caracteriza-se por uma grande desorientação: há um grande número de pessoas que não sabem a que ater-se, não sabem bem o que pensar, aceitam o que se divulga sem muito entusiasmo, com certa apatia ou debilmente, mas aceitam-no. Acredita-se que tudo é aceitável, e daí deriva uma sensação geral de incerteza. Actualmente as pessoas acreditam que não se pode julgar acerca de nada, e chamam a isso liberdade. Liberdade é o que eu posso querer, pessoalmente. O problema está em que muitas pessoas não actuam livremente, não agem do fundo de si mesmas, não decidem, não escolhem o que livremente querem, o que realmente consideram correcto, deixam-se levar. E isto leva à desmoralização. Em última análise, a recuperação da ética depende do exercício da liberdade, da afirmação da liberdade. O factor decisivo, um pouco paradoxalmente, é colocar o ponto de apoio na vida individual, evitando que uns poucos aproveitem as possibilidades técnicas do mundo actual para manipular. A liberdade deve ser exercida por todos, e não apenas por alguns em nome dos outros, porque isso é manipulação... Dessa forma, ao falar em moralidade colectiva volta ao ponto de partida, ao lugar em que propriamente reside a moralidade: na vida pessoal, na vida de cada um de nós. O remédio para os perigos que nos ameaçam não deve ser procurado primariamente nas técnicas ou nos recursos da vida colectiva, mas apelando para a moral individual, em suma, para a personalidade. Muitos demitem-se da sua personalidade, deixam-se arrastar. A questão reside em que ninguém abdique da sua personalidade, que ninguém se deixe manipular, concluía. Este é um dos temas tratados no Congresso Univ. Para ter acesso ao texto completo e a mais informações, pode consultar o link:
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